16/10/2012

Não é indireta.

Ando meio de saco cheio de uma censura que anda rolando no meu Facebook. Aliás, acho que isso não deve ser apenas no meu. O fato é que as pessoas postam tantas indiretas que, automaticamente, acham que tudo que a gente posta é uma indireta também. E fim.

Você não pode gostar de uma música e postar, de um texto e postar, de uma tirinha e postar. Você vira a recalcada das indiretas. Sem ser.

Um tempo atrás tive uma "crise daquelas" com o meu namorado, terminamos e blá, blá, blá. Pronto. Qualquer postagem era suspeita, tudo era para atingir, ofender... E o que mais incomodava é que as censuras nem eram dele e sim dos tais "Vigilantes do Face". Credo. Putz, eu tenho mais o que fazer do que manter minha vida e postagens em função de pirraçar alguém via Facebook...

Hoje, ouvindo Legião, deu vontade de postar uma música. Digitei e cogitei mil vezes em postar o trecho:
"Não é me dominando assim, que você vai me entender..."
Não quis mandar indireta pra ninguém, principalmente pro ex (já atual de novo!)... Adoro essa música, acho que me define MUITO (não só namoros, mas emprego, família)! "Tire suas mãos de mim, eu não pertenço a você" é um grito, um alerta de que a dominação não rola aqui, que se me sufocar eu vou escapar por algum canto...

Mas não. Em minha página do facebook eu não posso escrever o que eu quero.

Enfim... pensei, pensei e disse assim pro Facebook:
"Não é indireta! Se for mesmo necessário dar um recado a alguém, dou um bem direto mesmo. E quer saber? Já estou meio que enjoando de você. Tenta me sufocar mais um pouco, que eu escapo de você também!
E postei, bem feliz, uma das minhas músicas favoritas...

Um comentário:

  1. Gostei do seu post, do seu ponto de vista.... me fez refletir se não nos deixamos ou permitimos observar pelo face... O ser humano gosta de observar behevoirismo(perdoe-me se escrevi errado, estou dentro de um ônibus voltando de Camaçari p Lauro, o sinal net do smart indo embora, correndo p não perder meu comentário...
    Ao passo de q queremos observar, queremos imitar, e se inovar para ser imitado...
    Sempre terá alguém a te observar, a querer te comparar, a te interpretar...
    E isso, já que gostamos do face, é bom...
    Estamos despertando a curiosidade de alguém, deixando intrigado, estabelecendo a dúvida, o desejo, o ciúme, ou o desprezo...
    Isso é existir, não pela a própria existência,mas pela essência, pela presença, frequência, PERSONALIDADE!

    Deixe que se incomodem, enquanto isso existir é que será bom, do contrário de que valerá? Valerá apenas para nos deixar a duvida cruel de que se o que somos valha a alguém além de nos mesmos, pq é pra isso q existimos: para o outro, e isso já é uma oooutra Seara...
    Bj
    Glorinha, publicitária

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